sexta-feira, 21 de junho de 2013

PARFOR divulga Edital de convocação para matrícula institucional

A Universidade Federal do Piauí (UFPI), por meio da Pró-Reitora de Ensino de Graduação (PREG) e a Coordenadora Geral do PARFOR, tornam público Edital de convocação de matrícula institucional dos professores da rede pública de educação básica pré-inscritos e selecionados em 2013 para os cursos superiores especiais de primeira e segunda licenciatura na modalidade presencial, ofertados no âmbito do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR).
Confira aqui:

INFORME SOBRE RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO 2013.1

A Comissão do Processo Seletivo informa que a data da reunião de formação pedagógica obrigatória será remarcada, devendo o candidato observar o seguinte:

i) As orientações, data, local e horário da reunião, assim como os dados de contato da equipe do PARFOR/UFPI, serão disponibilizados na página do PARFOR a partir de amanhã (15/06/2013).
Confira aqui

ii) O candidato que não foi selecionado, mas teve a sua inscrição deferida, integra automaticamente o banco de reserva para eventual aproveitamento durante o semestre letivo.

Para maiores informações o candidato deverá entrar em contato com a Coordenação do PARFOR/UFPI por e-mail (parfor@ufpi.edu.br) ou através do telefone (86) 3237-1955.

PREG retifica Edital relativo à matrícula institucional do PARFOR

A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e a Coordenadoria Geral do PARFOR, retificam o Edital n.º 49/2013-PREG, de 17/06/2013, relativo à matrícula institucional dos cursos do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR) para o segundo semestre de 2013, prorrogando até o dia 22 de junho de 2013, o período para a matrícula institucional no campus/polo da UFPI do município no qual o curso vai ser ofertado, observando a opção feita no ato da pré-inscrição.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

12 paraísos da ‘culinária ogra’ em SP que você precisa conhecer




Não pode ter nome começando por ‘chez’ ou terminando por ‘bistrô’; a comida precisa ocupar ao menos 85% da área total do prato; não pode ter ‘menu’ e sim ‘cardápio’; os garçons não podem ser modelos, manequins ou atores; e, finalmente, não pode ter ‘chef’ e sim ‘cozinheiro’. Esses são alguns dos ‘mandamentos’ que segundo o jornalista André Barcinski no seu ‘Guia da Culinária Ogra – 195 lugares para comer até cair’, não podem faltar aos restaurantes do gênero. O livro de Barcinski lançado no final do ano passado pela Editora Planeta desvenda os paraísos da culinária ogra em São Paulo.
Segundo ele, “O que torna a experiência de comer perfeita, na minha opinião: Comer muito e sair rolando feliz no fim da refeição; Experimentar novos pratos e ingredientes exóticos; Pagar um preço justo; Me alimentar de coisas que foram feitas com amor”.
Precisa dizer mais algumas coisa? Confira abaixo algumas das preciosidades ogras que você pode encontrar em SP:
1. Estadão (Viaduto 9 de julho, 193 – Centro)
Famoso pelo mitológico sanduíche de pernil, o Estadão se transformou em uma verdadeira lenda da madrugada paulistana. ‘É um dos poucos lugares onde você pode bater uma feijuca às 4 da manhã’.

 


  

2. Caverna Bugre (Rua Teodoro Sampaio, 334 – Pinheiros)

Anote aí: filé mignon coberto com catupiry, copa e provolone gratinado ao molho inglês. Essa é a receita do incrível filé alpino desse restaurante fundado por uma austríaco há mais de 60 anos num subsolo de um prédio em Pinheiros. Inesquecível!



 

 3. Kidoairaku (Rua São Joaquim 394 – Liberdade)

Parece que você está entrando na casa de uma família japonesa, com a tiazinha que sempre fica sentada numa cama vendo TV e uma estante repleta de mangás’. Os especiais do dia são anunciados em papéis colados na parede. Destaque para os teishokus e lamens.

  

4. Mocotó (Av.Nossa Senhora de Loreto, 1100 – Vila Medeiros)

Antes do meio dia, a fila vira o quarteirão, faça sol ou faça chuva, mas vale muitíssimo a pena! Lá você vai aprender a diferença entre torresmo e pururuca e descobrir uma preciosidade chamada ‘Francesinha’, uma cachaça que vai te engolir, literalmente!

5. Rota do Acarajé (Rua Martim Francisco, 529 – Santa Cecília)

Comida baiana de primeira linha num boteco daqueles que farão você passar a tarde inteira tomando uma gelada. A sequência certeira é acarajé, bobó de camarão e pudim de tapioca.
 








6. Casa Garabed ( Rua José Margarido, 216 – Santana)

Você acha que já comeu esfiha até ir nesse restaurante armênio em Santana. A de cordeiro e a de zaatar, assadas na hora no forno a lenha, são imperdíveis!

7. Santa Tereza (Praça Dr. João Mendes, 150 – Sé)

Fundada em 1872, é a padaria mais antiga em funcionamento no Brasil. Não bastasse sua importância do ponto de vista histórico, a coxa creme aí da foto faz mais do que valer a visita.




8. Empanadas (Rua Wizard, 489 – Vila Madalena)

Conversa fiada, cerveja gelada e empanada de carne – a melhor combinação do mundo se encontra nesse ‘pé sujo’ que lota todo santo dia. Para se empanturrar e gastar pouco!




9. Pasv (Av.São João, 1145 – República)

O ponto forte, segundo Barcinski, são os pratos espanhóis: polvos, lulas e um insuperável puchero (cozido com paio, linguição, grão de bico e outros vegetais). ‘É o único lugar que eu conheço onde você pede uma paella para viagem e eles deixam você levar o tacho para casa’.







10. Sujinho (Rua da Consolação, 2063 – Consolação)
Clássico paulistano para comer até cair. Não deixe passar a famosíssima salada de repolho e cebola antes de entrar de cabeça na bisteca! Depois, bem depois você não vai conseguir  pensar mais em nada…




11. Generale (Rua Pamplona, 957 – Jd. Paulista)

Generale é uma cantina italiana que, desde 1980, faz a felicidade dos adoradores de massas ao servir pratos fartíssimos de massa caseira preparada por eles. Tem gente que já sai rolando de tanto se deliciar na saborosa sardela que é servida de entrada. Mas recomendamos: guarde um espaço generoso para os pratos principais.




12. Marques Hamburguer (Av. Bras Leme, 2002 – Santana)

O Marques é um daqueles lugares no qual você pede um pouco de maionese para acompanhar o prato, e eles te trazem uma cumbuca tão cheia que se confunde até com o prato principal. Lá tudo é grande, muito grande. E ao mesmo tempo, tudo é muito bom. Há uma lenda que os que pedem um beirute para comer sozinho, não se levantam da mesa até o dia seguinte.